No jogo de ontem, quarta-feira, entre Marcílio Dias e Próspera, em Itajaí, um dos assuntos mais comentados nas arquibancadas do Gigantão das Avenidas foi o terno que o técnico do time de Criciúma, Luciano Silva, usava à beira do gramado. "Vanderlei Luxemburgo do Paraguai!", gritaram alguns. Mas o Luxemburgo da noite foi mesmo Gelson Silva, técnico do Marcílio Dias. Luxemburgo dos tempos de Cruzeiro e Santos, que se diga, apenas para citar dois dos últimos bons trabalhos do atual técnico do Flamengo.
Vendo sua equipe ser pressionada pelo adversário no primeiro tempo, quando venceu por 1 a 0, Gelson mudou a equipe e o esquema no intervalo. Saiu Dioney, caindo o 4-2-3-1, e entrou Gilberto, para o 4-3-1-2 entrar em ação. Com Wilsinho Jr., Gilberto, Rodrigo Couto e Maicon, Gelson montou o meio-campo num losango, deixando Maicon solto para criar. E assim foi criada a goleada por 5 a 1.
Além de Maicon, destaque também para Leandro Branco. O experiente jogador está voando em campo, e deixou o dele na goleada. Num lance no primeiro tempo, o atacante pegou a bola no campo de defesa, deu um pique até o meio-campo e rolou para Maicon sair na cara do gol. O chute foi para fora, mas valeu pela arrancada de Leandro.
Abaixo, algumas curiosidades sobre a partida.
+ Leandro Branco, o capitão, sofreu o pênalti do primeiro gol. Imediatamente, pegou a bola e deu nas mãos do atacante Rincón. Gesto legal, que mostra que o grupo está bem. Pelo menos parece
+ Ponto positivo do locutor do estádio: a cada informação dada, ele falava o nome de um dos patrocinadores do clube. Ação legal do marketing do clube
+ Ponto (muito) negativo do locutor do estádio: o rapaz se empolgou com o microfone na mão. No meio do jogo, falava demais, inclusive com piadinhas. Por exemplo: ao anunciar o placar do jogo Porto x XV de Outubro, ao invés de "Outubro" do time de Indaial, ele falou XV de Novembro. Foi corrigido por um diretor e soltou a pérola: "É XV de Outubro. XV de Novembro é a rua que eu moro". Isso com a bola rolando. Lamentável!
+ Pela segunda vez nessa Divisão Especial, faltou energia no Estádio Dr. Hercílio Luz. Sorte que a luz acabou aos 46 minutos do primeiro tempo. Acertadamente, o árbitro do jogo encerrou a etapa naquele instante, mesmo faltando um minuto de acréscimo para ser jogado
+ Nota legal do jogo foi a entrada do garoto Zé Neto, atacante revelado nas categorias de base do Marcílio. O garoto deve ter ficado emocionado, já que seus familiares foram ao estádio com a faixa retratada na foto abaixo, escrito "Queremos ver o Neto jogar"
Blogol - por Marcelo Silva
o futebol catarinense através de notícias, bastidores, entrevistas, análises táticas e mais
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Falha no adversário
Diferente do que postei no último texto, sobre os valores dos ingressos dos jogos de Chapecoense e Marcílio Dias, o adversário do time de Chapecó nas quartas de final da Série C do Campeonato Brasileiro é o Ituiutaba-MG, e não o Macaé-RJ. Falha minha.
Nesta quinta-feira no blog, tudo sobre a goleada do Marcílio Dias em cima do Próspera, por 5 a 1, pela 2ª rodada da Divisão Especial do Campeonato Catarinense.
Nesta quinta-feira no blog, tudo sobre a goleada do Marcílio Dias em cima do Próspera, por 5 a 1, pela 2ª rodada da Divisão Especial do Campeonato Catarinense.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Tem alguma coisa errada...
A Chapecoense briga para chegar à Série B do Campeonato Brasileiro. O Marcílio Dias, para voltar à elite do futebol de Santa Catarina. Dois times catarinenses tradicionais, mas que vivem situações distintas nesse momento. Em Chapecó, só se fala do jogo desse sábado, contra o Macaé-RJ, às 16h, pelas quartas-de-final da Série C. Em Itajaí, a mobilização da torcida para fazer do Marinheiro um clube de respeito novamente está indo bem, até. Mas, então, o que há de errado, como diz o título do post?
A resposta: os valores dos ingressos para os jogos desse dois times.
Para ver Chapecoense x Macaé, primeiro duelo que vale uma vaga na Série B de 2011, o torcedor do Oeste deve desembolsar R$ 70 para cadeira, R$ 50 para coberta e R$ 30 a descoberta. Valores altos ainda, mas que condizem com a importância do jogo.
Para assistir Marcílio Dias x Próspera nesta quarta-feira, em partida válida pela 2ª rodada da Divisão Especial, a Segundoda do Campeonato Catarinense, os valores são: R$ 100 (cadeira), R$ 50 (coberta) e R$ 20 (descoberta).
Sim, o ingresso para a arquibancada coberta para os dois jogos custa o mesmo e a descoberta em Chapecó é R$ 10 mais cara que em Itajaí. Mas e a importância dos jogos? Tem comparação? Isso que nem falei do valor para sentar na cadeira do Gigantão das Avenidas, em Itajaí. Incríveis R$ 100 para ver um jogo da Divisão Especial? Que isso?!
A diretoria do Marinheiro não admite tanto a jogada, mas deixa claro, ao colocar o preço dos ingressos lá no alto, que busca desesperadamente mais sócios para o clube, que pagam bem menos por mês para assistir mais do que um jogo...
* os valores são dos ingressos inteiros. O Marcílio Dias faz promoção até um dia antes dos jogos com o preço pela metade em todos os setores do estádio
A resposta: os valores dos ingressos para os jogos desse dois times.
Para ver Chapecoense x Macaé, primeiro duelo que vale uma vaga na Série B de 2011, o torcedor do Oeste deve desembolsar R$ 70 para cadeira, R$ 50 para coberta e R$ 30 a descoberta. Valores altos ainda, mas que condizem com a importância do jogo.
Para assistir Marcílio Dias x Próspera nesta quarta-feira, em partida válida pela 2ª rodada da Divisão Especial, a Segundoda do Campeonato Catarinense, os valores são: R$ 100 (cadeira), R$ 50 (coberta) e R$ 20 (descoberta).
Sim, o ingresso para a arquibancada coberta para os dois jogos custa o mesmo e a descoberta em Chapecó é R$ 10 mais cara que em Itajaí. Mas e a importância dos jogos? Tem comparação? Isso que nem falei do valor para sentar na cadeira do Gigantão das Avenidas, em Itajaí. Incríveis R$ 100 para ver um jogo da Divisão Especial? Que isso?!
A diretoria do Marinheiro não admite tanto a jogada, mas deixa claro, ao colocar o preço dos ingressos lá no alto, que busca desesperadamente mais sócios para o clube, que pagam bem menos por mês para assistir mais do que um jogo...
* os valores são dos ingressos inteiros. O Marcílio Dias faz promoção até um dia antes dos jogos com o preço pela metade em todos os setores do estádio
Bate-papo com Felipe Oliveira, do Marcílio Dias
IIndo ontem para Blumenau, encontrei o atacante Felipe Oliveira, do Marcílio Dias, num posto de gasolina, em Itajaí. O abordei e perguntei como está a situação da documentação que o libera para reestrear pelo Marinheiro. Felipe afirmou que o clube itajaiense já entrou em contato com a FIFA para pedir a liberação, o que pode acontecer hoje, por exemplo, como daqui a alguns dias.
O jogador explicou que a diretoria do Marcílio tenta comprovar à entidade máxima do futebol que sua rescisão junto ao FC PoPa, clube da Finlândia que defendia até setembro, foi feita antes do término da janela de transferências, o que de fato aconteceu.
Enquanto espera essa definição, o artilheiro e Muso do Campeonato Catarinense 2010 segue treinando para estar em forma física ideal para o técnico Gelson Silva. "Estou pronto para quando o Gelson precisar de mim", disse ele.
O jogador explicou que a diretoria do Marcílio tenta comprovar à entidade máxima do futebol que sua rescisão junto ao FC PoPa, clube da Finlândia que defendia até setembro, foi feita antes do término da janela de transferências, o que de fato aconteceu.
Enquanto espera essa definição, o artilheiro e Muso do Campeonato Catarinense 2010 segue treinando para estar em forma física ideal para o técnico Gelson Silva. "Estou pronto para quando o Gelson precisar de mim", disse ele.
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Frases de Juca Kfouri em Blumenau
Com alguns dias de atraso, o post sobre a palestra de Juca Kfouri realizada no Teatro Carlos Gomes, em Blumenau, no último dia 30 de setembro. Consegui gravar praticamente toda a conversa que o jornalsita teve com os presentes, e pensei em reproduzi-la aqui. Melhor que isso, indico o ótimo artigo do jornalista Mauricio Haas, repórter do Jornal Município Dia a Dia, de Brusque.
Haas, que mantém o blog Grenalzito, resume a palestra de Juca brilhantemente. O comentarista do programa Linha de Passe, da ESPN Brasil, falou sobre Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil, Seleção Brasileira, Neymar, Corinthians - claro! - entre outros assuntos.
Anotei algumas frases do jornalista, que compartilho aqui com vocês.
"Tive vergonha do impedimento marcado do Herrera". Sobre o polêmico lance em que o argentino está em posição legal, e marca o gol, no jogo Corinthians x Botafogo, na penúltima rodada do Brasileirão.
"Não considero o Dunga fracassado. Ele que se considera". Sobre o ex-técnico da Seleção Brasileira. Juca citou a obsessão do treinador em ganhar a Copa na África e não exaltar tanto as conquistas da Copa América e da Copa das Confederações.
"Paulo Henrique Ganso poderia tremer num jogo de Copa. Mas o que foram fazer lá Kleberson, Julio Baptista, Grafite?". Sobre a ausência de um craque como o meia santista no elenco brasileiro no último Mundial.
Haas, que mantém o blog Grenalzito, resume a palestra de Juca brilhantemente. O comentarista do programa Linha de Passe, da ESPN Brasil, falou sobre Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil, Seleção Brasileira, Neymar, Corinthians - claro! - entre outros assuntos.
Anotei algumas frases do jornalista, que compartilho aqui com vocês.
"Tive vergonha do impedimento marcado do Herrera". Sobre o polêmico lance em que o argentino está em posição legal, e marca o gol, no jogo Corinthians x Botafogo, na penúltima rodada do Brasileirão.
"Não considero o Dunga fracassado. Ele que se considera". Sobre o ex-técnico da Seleção Brasileira. Juca citou a obsessão do treinador em ganhar a Copa na África e não exaltar tanto as conquistas da Copa América e da Copa das Confederações.
"Paulo Henrique Ganso poderia tremer num jogo de Copa. Mas o que foram fazer lá Kleberson, Julio Baptista, Grafite?". Sobre a ausência de um craque como o meia santista no elenco brasileiro no último Mundial.
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terça-feira, 5 de outubro de 2010
Mithyuê seguiu Carpegiani no Atlético-PR. No São Paulo...
O meia-atacante Mithyuê vive um dilema na carreira. Empresariado por Paulo César Carpegiani, que se encantou com os dribles do catarinense de Chapecó no Joinville, quando ainda brilhava no futsal, o jogador voltou para o Grêmio, time que detém 80% de seus direitos, no começo do setembro, quando o empréstimo com o Atlético-PR ainda não havia encerrado.
Mithyuê foi pouco aproveitado no time da Baixada, onde era comandado por Carpegiani, que comprou 20% dos direitos do jogador. Ou seja, Mithyuê estava sendo treinado pelo seu agente/empresário, e por isso pouco jogou no Atlético. Carpegiani comprou parte dos direitos do meia quando ainda não tinha assumido nenhum time em 2010. O atual técnico do São Paulo só atuava como empresário em seu clube, o RS Futebol Clube, que revelou os zagueiros Thiago Silva e Naldo, por exemplo.
Como está na matéria do globoesporte.com, Mithyuê, pouco aproveitado no Atlético-PR, voltou para o Grêmio. Mas o clube no qual está vinculado não recebeu nenhuma garantia da CBF de que poderia utilizar o jogador ainda nesse Brasileirão. Resultado: o jogador voltou para o time paranaese, onde terá que cumprir o contrato de empréstimo até o final do ano.
Se Mithyuê se viu numa espécie de saia-justa ao ser contratado pelo clube que seu empresário treinava, para o São Paulo, onde está Carpegiani agora, certamente o catarinense não irá.
A carreira de Mithyuê no campo decolou quando começou a ser utilizado por Silas no Grêmio. Com a saída do técnico do Olímpico, o meia parou de jogar, coisa que só voltará a fazer com regularidade em 2011.
Mithyuê tem contrato com o Grêmio até dezembro de 2012, como apurou a PLACAR de maio desse ano.
Mithyuê foi pouco aproveitado no time da Baixada, onde era comandado por Carpegiani, que comprou 20% dos direitos do jogador. Ou seja, Mithyuê estava sendo treinado pelo seu agente/empresário, e por isso pouco jogou no Atlético. Carpegiani comprou parte dos direitos do meia quando ainda não tinha assumido nenhum time em 2010. O atual técnico do São Paulo só atuava como empresário em seu clube, o RS Futebol Clube, que revelou os zagueiros Thiago Silva e Naldo, por exemplo.
Como está na matéria do globoesporte.com, Mithyuê, pouco aproveitado no Atlético-PR, voltou para o Grêmio. Mas o clube no qual está vinculado não recebeu nenhuma garantia da CBF de que poderia utilizar o jogador ainda nesse Brasileirão. Resultado: o jogador voltou para o time paranaese, onde terá que cumprir o contrato de empréstimo até o final do ano.
Se Mithyuê se viu numa espécie de saia-justa ao ser contratado pelo clube que seu empresário treinava, para o São Paulo, onde está Carpegiani agora, certamente o catarinense não irá.
A carreira de Mithyuê no campo decolou quando começou a ser utilizado por Silas no Grêmio. Com a saída do técnico do Olímpico, o meia parou de jogar, coisa que só voltará a fazer com regularidade em 2011.
Mithyuê tem contrato com o Grêmio até dezembro de 2012, como apurou a PLACAR de maio desse ano.
| Matéria que fiz sobre Mithyuê pra PLACAR de abril desse ano. Foto: Reprodução |
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O 4-2-3-1 ofensivo de Gelson Silva
Minha nova coluna no site FutebolSC.com, o portal do futebol catarinense, está no ar.
Nela, falo sobre como o Marcílio Dias venceu o Camboriú na última sexta-feira, em jogo válido pela 1ª rodada do returno da Divisão Especial do Campeonato Catarinense.
Com uma postura ofensiva, o técnico Gelson Silva tenta conduzir o Marinheiro de volta à elite do futebol de Santa Catarina.
Veja abaixo um vídeo de Gelson Silva explicando como funciona o seu 4-2-3-1, o esquema tático da moda. Você também pode acompanhar o vídeo no meu canal no YouTube.
Nela, falo sobre como o Marcílio Dias venceu o Camboriú na última sexta-feira, em jogo válido pela 1ª rodada do returno da Divisão Especial do Campeonato Catarinense.
Com uma postura ofensiva, o técnico Gelson Silva tenta conduzir o Marinheiro de volta à elite do futebol de Santa Catarina.
Veja abaixo um vídeo de Gelson Silva explicando como funciona o seu 4-2-3-1, o esquema tático da moda. Você também pode acompanhar o vídeo no meu canal no YouTube.
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O reencontro de Marlon Bendini e Edson Rosa
Um dos dias mais marcantes da minha curta carreira no jornalismo esportivo. Era 14 de fevereiro de 2007. O Marcílio Dias foi goleado em casa por 4 a 1 pelo Guarani, de Palhoça, quando os times disputavam o Catarinão. No primeiro tempo daquele jogo, os visitantes foram para o vestiário vencendo por 2 a 1. O gol de honra marcilista foi marcado pelo meia Edson Rosa, revelado pela base do clube, quando o jogo estava 2 a 0 e a torcida vaiando o time. Na comemoração...
Na comemoração, Edson Rosa colocou as mãos nos ouvidos e correu em direção à torcida, naquele gesto indicando "quero ouvir". A torcida vaiou ainda mais. Eu era repórter de campo da Rádio Conceição FM 105.9, de Itajaí, e peguei a seguinte declaração do meia marcilista. "A vaia da torcida faz o meu futebol crescer". E ele foi para o intervalo sem voltar para a segunda etapa.
Indignado com a atitude de seu camisa 10, o técnico do Marcílio Dias na época, Tonho Gil, disse na volta do vestiário. "Precisa falar porque eu tirei ele?". A substituição não deu muito certo. O Marcílio perdeu o jogo por 4 a 1. Mas, antes do apito final, o então presidente do clube Marlon Bendini pegou sua caminhonete e saiu do estádio soltando fumaça, aos 37 minutos do segundo tempo.
Na última sexta-feira, Edson Rosa e Marlon Bendini voltaram a se encontrar. O jogador como camisa 10 do Camboriú e o cartola como gerente de futebol do Marcílio. Dessa vez, Marlon saiu do estádio, o Robertão, feliz da vida com a vitória marcilista por 2 a 1.
Tem coisas que ficam na memória, mesmo.
Na comemoração, Edson Rosa colocou as mãos nos ouvidos e correu em direção à torcida, naquele gesto indicando "quero ouvir". A torcida vaiou ainda mais. Eu era repórter de campo da Rádio Conceição FM 105.9, de Itajaí, e peguei a seguinte declaração do meia marcilista. "A vaia da torcida faz o meu futebol crescer". E ele foi para o intervalo sem voltar para a segunda etapa.
Indignado com a atitude de seu camisa 10, o técnico do Marcílio Dias na época, Tonho Gil, disse na volta do vestiário. "Precisa falar porque eu tirei ele?". A substituição não deu muito certo. O Marcílio perdeu o jogo por 4 a 1. Mas, antes do apito final, o então presidente do clube Marlon Bendini pegou sua caminhonete e saiu do estádio soltando fumaça, aos 37 minutos do segundo tempo.
Na última sexta-feira, Edson Rosa e Marlon Bendini voltaram a se encontrar. O jogador como camisa 10 do Camboriú e o cartola como gerente de futebol do Marcílio. Dessa vez, Marlon saiu do estádio, o Robertão, feliz da vida com a vitória marcilista por 2 a 1.
Tem coisas que ficam na memória, mesmo.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Emboscada da paz quase vira problema com o JEC
De vez em quando, em Santa Catarina, muitos relatos de armadilhas, emboscadas feitas por torcidas organizadas às margens da BR viram notícia. Já vivemos algumas tragédias em situações assim, aqui no Estado.
Assistindo ao Linha de Passe, da ESPN Brasil, desta segunda-feira, vi Juca Kfouri lendo uma mensagem de um fã de esportes relatando que uma das torcidas do Operário, de Ponta Grossa-PR, time que perdeu do Joinville na Série D, mas não foi eliminado, convidou torcedores do JEC para um churrasco de confraternização após o jogo. Os torcedores paranaenses esperaram a torcida adversária na BR, quando os catarinenses voltavam para casa.
Gesto legal de uma torcida fanática, mas que chamou a atenção da Polícia Militar de Ponta Grossa. Pesquisando na internet, li no site Operario.com que o tenente-coronel do 1º Batalhão da PM daquela cidade pediu o endereço e o horário da tal confraternização, tudo para não haver problemas.
Pelo relato lido agora há pouco no Linha de Passe, parece que o encontro entre as duas torcidas rivais deu certo.
Assistindo ao Linha de Passe, da ESPN Brasil, desta segunda-feira, vi Juca Kfouri lendo uma mensagem de um fã de esportes relatando que uma das torcidas do Operário, de Ponta Grossa-PR, time que perdeu do Joinville na Série D, mas não foi eliminado, convidou torcedores do JEC para um churrasco de confraternização após o jogo. Os torcedores paranaenses esperaram a torcida adversária na BR, quando os catarinenses voltavam para casa.
Gesto legal de uma torcida fanática, mas que chamou a atenção da Polícia Militar de Ponta Grossa. Pesquisando na internet, li no site Operario.com que o tenente-coronel do 1º Batalhão da PM daquela cidade pediu o endereço e o horário da tal confraternização, tudo para não haver problemas.
Pelo relato lido agora há pouco no Linha de Passe, parece que o encontro entre as duas torcidas rivais deu certo.
Jogador uruguaio morto era filho de ex-Avaí
Morto em acidente de carro em Montevidéu, capital do Uruguai, no último dia 11 de setembro, Diego Rodríguez tem uma ligação com o futebol catarinense: ele era filho de JJ Rodríguez, ex-lateral-esquerdo do Avaí, que fez parte do elenco azurra campeão estadual de 1988.
Segundo matéria do UOL, Diego era jogador do Nacional, time que, ao lado do Peñarol, é o mais tradicional time do Uruguai, e se envolveu num acidente de carro na quinta-feira, dia 9. Diego ficou hospitalizado durante dois dais até falecer no sábado.
JJ Rodríguez foi o lateral-esquerdo titular na campanha do título estadual avaiano de 1988. Ele é compatriota de outro atleta do Avaí campeão naquele ano, o goleiro Jorge Fossati.
Em homenagem à morte de Diego Rodríguez, El Loco Abreu, atacante do Botafogo que também jogou no Nacional, não comemorou o gol que marcou contra o São Paulo, em setembro, no Engenhão.
Coincidência triste para um dos grandes jogadores que marcaram história no Avaí.
Segundo matéria do UOL, Diego era jogador do Nacional, time que, ao lado do Peñarol, é o mais tradicional time do Uruguai, e se envolveu num acidente de carro na quinta-feira, dia 9. Diego ficou hospitalizado durante dois dais até falecer no sábado.
JJ Rodríguez foi o lateral-esquerdo titular na campanha do título estadual avaiano de 1988. Ele é compatriota de outro atleta do Avaí campeão naquele ano, o goleiro Jorge Fossati.
Em homenagem à morte de Diego Rodríguez, El Loco Abreu, atacante do Botafogo que também jogou no Nacional, não comemorou o gol que marcou contra o São Paulo, em setembro, no Engenhão.
Coincidência triste para um dos grandes jogadores que marcaram história no Avaí.
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| Diego Rodríguez no colo do pai JJ Rodríguez, penúltimo em pé, campeão catarinense com o Avaí em 1988. Foto: Arquivo/O Estado |
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